GPFOR Modelismo

Trabalhos e fotos do autor sobre modelismo

Zechs Marquise e Jair Prandi – Typhoon – O Maior Submarino do Mundo:

1 de novembro de 2017 by Iguaracy Lavôr

*Texto de arquivo do autor Zechs Marquise – Brasília – Distrito Federal – Brasil.

Designação da OTAN: Classe Typhoon:

Como comecei a retratar ontem, esse gigante de metal, o maior submersível já construído até hoje pelo ser humano, foi um dos pontos de terror e medo para o poderio bélico americano e de seus aliados nos anos 80.

A eminência do fim do bloco socialista já se fazia presente, porém não era tão visível ou previsível quando do lançamento do comissionamento do primeiro Typhoon em 1981, outros vieram em 1983, 1984, 1985 e 1987, somente então que se podia começar a imaginar dentro dos rumos do mundo que o bloco soviético viria a ruir (se tornava mais palpável a idéia) e quando o último foi integrado à frota em 04/09/1989 o perigo já era menor, em teoria.

O Typhoon apesar de seu deslocamento de até 48.000 toneladas submerso (!!!), era mais manobrável, rápido e silencioso que seus antecessores menores, além disso é dito que o Typhoon conseguiria ser mais silencioso até do que os classe Ohio americanos, virtualmente o Typhoon era tido para alguns como o submarino mais silencioso do planeta, e os americanos assim o temiam.
Mesmo que o projeto do “modelo 941” englobasse várias características para utilização no gelo (extremo norte e círculo polar), como por exemplo uma estrutura preparada para quebrar placas de gelo em navegação em superfície, analistas militares americanos realmente se preocuparam com a possibilidade de um Typhoon passar por todas as defesas do Atlântico e lançar seus 20 mísseis nucleares na costa leste americana.

O medo era sem dúvida justificável, porém a função de um submarino que transporta mísseis balísticos é estratégica, e de não se expor tanto. Os mísseis R-39 que os Typhoon’s transportavam tinham mais de 10.000 quilometros de alcance e assim sendo possibilitariam o lançamento a distâncias seguras de seus alvos.

O Typhoon era também incrivelmente rápido para seu tamanho, alcançando velocidades de até 27 nós submerso, porém sobre seu nível de emissão de ruídos as informações são imprecisas, e os russos mantém ainda vários dados em sigilo.

O descomissionamento de 2 classe Typhoon com o auxílio de técnicos americanos, devido ao acordo de “redução das ameaças nucleares”, foi visto por muitos russos como um verdadeiro absurdo e com isso o processo foi posteriormente encerrado. Aparentemente um dos Typhoon’s desativados (antes do processo citado) voltou a ativa, bem como os dois que foram descomissionados no processo de “redução de ameaças” foram preservados, de acordo com técnicos britânicos, em plena condição de serem reativados futuramente.
Dados técnicos específicos sobre a classe Typhoon são relativamente poucos e muito incertos/imprecisos, afinal a “Mãe Rússia” ainda não morreu por completo, muito pelo contrário.

O fato é que o caminho escolhido pelos russos demonstrava muito mais temor ao inimigo, devido a ameaça silenciosa dos submarinos. Este é um argumento fortíssimo para que tenhamos uma força de dissuasão no mar com pleno poder tanto sob a superfície quando em meios submarinos.

Em 28 de janeiro de 2009.

*Texto de arquivo do autor Jair Prandi.

Typhoon – O maior submarino do mundo:

Typhoon é uma classe de submarinos da União Soviética e posteriormente da Rússia e é o maior do mundo, já construído, com 175 metros de comprimento, 23 de boca e 12 de calado, seu peso médio é de de 48 mil toneladas.

Typhoon (inglês:Tufão) é o nome dado pela NATO (OTAN) a uma classe de submarinos portadores de mísseis balísticos com ogivas nucleares (SSBN) da Marinha Soviética, nos anos 80.

Casco número TK-208 foi a embarcação principal da União Soviética da terceira geração do Projeto 941. Ele foi iniciado no Estaleiro Severodvinsk em 3 de março de 1977 e lançado em 23 de setembro de 1980. 

Em 1990, ela entrou na doca seca em Severodvinsk para atualizações e reparos. Devido a problemas econômicos e tecnológicos, a conclusão foi severamente adiada. Em 2000, o trabalho sobre ela foi intensificada. Em junho de 2002, agora servindo a Marinha russa, o TK-208 finalmente deixou a doca seca Severodvinsk. Após 12 anos de reforma e modificações. 

Os vinte lançadores para a mísseis R-39 que originalmente realizados foram substituídos por lançadores para os mais avançados mísseis balísticos lançados por submarinos até agora, o RSM-56 Bulava.

O primeiro lançamento de um míssil Bulava foi realizado pela Dmitry Donskoy em 27 de setembro de 2005. O navio foi à tona e disparou o míssil a partir de um ponto no Mar Branco. 

Em 21 de dezembro de 2005, o sistema foi testado novo míssil subaquático, pela primeira vez. Com sucesso atingiu um alvo na Faixa de Teste Kura na Península de Kamchatka. 

Essa classe de submarinos ficou famosa pelo filme “Caçada ao Outubro Vermelho”, no qual um submarino Typhoon modificado foge para os EUA nos últimos anos da Guerra Fria.

A Rússia deverá manter os submarinos nucleares estratégicos da classe Typhoon (projeto 941) até 2019.
Os submarinos da classe Typhoon entraram em serviço Marinha Soviética nos anos 1980. Três dos seis navios construídos ainda estão em uso.

*Texto de arquivo do autor Pierre Bienaime.

Rússia descomissiona submarino nuclear ultrapassado:

Rússia atualmente está em processo de expansão e modernização de sua marinha. Isso pode ter a ver com o apetite aparente de Moscou, para a conquista militar. Ainda assim, a Rússia tem poucos submarinos nucleares, e alguns estão, após sua vida útil, muito perigosos, considerando os materiais físseis que ainda estão armazenados a bordo.

Em 2009, um submarino gigante enferrujado foi transportado para uma fábrica na cidade de Vladvostok, perto da península coreana, para descomissionamento. Com o navio totalmente fora da água, as imagens oferecem uma perspectiva maravilhosa de como mesmo desatualizado, um submarino nuclear é enorme e complexo. 

Kits:

Existem no mercado inúmeros kits de plastimodelismo desse submarino nuclear russo, denominado pela OTAN como classe Typhoon e considerado o maior construído até hoje, nas mais variadas escalas e alguns das famosas marcas Dragon, Italeri, Bronco, Hobby Boss, Revell, ACE HobbyKit, Alanger, Battle Models, MikroMir, além de modelos em Rádio Controlado e paper model, para contentamento de fãs, plastimodelistas e colecionadores dessa gigantesca belonave de origem soviética. Belíssimas aquisições!

SONY DSC

SONY DSC

SONY DSC

***EXCLUSIVE*** ROCHESTER, UNITED KINGDOM – MARCH 18: Forward topedo room of John Sutton’s Russian Foxtrot submarine on March 18, 2011 in Rochester, England. Sub man John Sutton gets to play with his very OWN nuclear submarine – docked on river in BRITAIN. Fifty years since President Kennedy’s failed invasion of Cuba, John, a manager for the sub’s private owner, reveals the “foxtrot” Soviet submarine faced by the President in a crisis that rocked the world. Seen here on the River Medway, Kent, “The Black Widow’s” torpedoes are now disarmed. But in action the 1,950 tonne submarine used to carry 22 nuclear tipped warheads with the explosive power of the Hiroshima bomb, along with 53 mines. The machine has been used as a museum in London’s Docklands and Folkstone, and is now in need of investors to refurbish and save her from the drink. “This weekend is her 44th birthday as she was built in Russia on the first of April 1967,” explained John, 46, from Cwmbran, Wales. PHOTOGRAPH BY NICK OBANK / BARCROFT MEDIA LTD UK Office, London. T +44 845 370 2233 W www.barcroftmedia.com USA Office, New York City. T +1 212 564 8159 W www.barcroftusa.com Indian Office, Delhi. T +91 114 653 2118 W www.barcroftindia.com Australasian & Pacific Rim Office, Melbourne. E info@barcroftpacific.com T +613 9510 3188 or +613 9510 0688 W www.barcroftpacific.com

SONY DSC

SONY DSC

In this Thursday, Dec. 9, 2010 photo crew members are see inside the Russian navy’s Yekaterinburg nuclear submarine in Gadzhiyevo, in the Murmansk region Russia. A massive fire engulfed a Russian nuclear submarine at an Arctic shipyard Thursday Dec. 29, 2011, but there has been no radiation leak, or injuries, officials said. The fire at the Yekaterinburg nuclear submarine occurred while it was in dock for repairs at the Roslyakovo shipyard. The Yekaterinburg is a Delta-IV-class nuclear-powered submarine that normally carries 16 nuclear-tipped intercontinental ballistic missiles. Defense Ministry spokesman Igor Konashenkov told The Associated Press that all weapons had been unloaded from the sub and its reactor had been shutdown to safety before the repairs.(AP Photo/Roustem Adagamov)

SONY DSC

SONY DSC

Sierra Exif JPEG